O mundo está perdido mesmo. Conhecemos uma moça com olhar virginal, pura como uma gota de sereno numa folha de árvore das alterosas. Ou melhor, conhecíamos. Não é que esta moça contrariou o próprio nome? Com seu olhar amendoado e dissimulado, a moça, que está casada há quase cinco anos, denunciava em seu semblante de morena dos olhos d’água o quanto vicejava em seu coração uma inveja boa, inveja sadia. Quando sabia que uma amiga estava grávida sues olhos lhe entregavam. Era uma coisa de cortar o coração. Tanto que os amigos se ofereciam para tentar acabar com todo aquele sofrimento da espera do que nunca vinha.
Mas mineira como só, esta moça chamada Virginia, nome que vem do latim e significa donzela, virgem, mostrou-se astuta, manhosa. Ela tinha a certeza de que um dia acabaria com o mito da virgindade em ter filhos. Sabia, mas não contava para ninguém. Preferia olhar para as barrigas de amigas, como a Lu Girassole, ex- Lu Loren, com cara de “pidona”. Dizemos isso porque esta moça esperou a data do seu aniversário para comunicar ao mundo que está grávida. E, pelo jeito, não foi pelo Espírito Santo, não. Foi da forma bíblica sim, mas nem tanto. Porque de santo, mesmo conhecendo pouco, sabemos que o Weberth não tem muito, não.
Parabéns Virginia. Você é danada, mesmo. Guardou para a data de aniversário este presente dos deuses.
Ana Miria, Circe, Gerson (Ponto G), Karla, Laura Jane, Lidia, Luciana, René, Rita, Rosa, Rosana, Rosinha, Wilson Renato, Washington
Washington Araújo, jornalista